ERP para prestador de serviços

Quem vende serviço não controla estoque: controla contrato que se repete, nota de serviço e cobrança que precisa voltar. O Comando1 é montado nessa ordem.

O ciclo

Da proposta até o dinheiro na conta

Cada etapa aproveita a anterior. É isso que separa um sistema de serviço de um sistema de comércio adaptado.

Proposta que vira fatura

A proposta aprovada não é retrabalho: vira a fatura com os mesmos itens e valores, e o contrato recorrente nasce dessa fatura. Nada de redigitar o que já foi negociado.

Contrato que fatura sozinho

Contrato recorrente gera a fatura do período sem alguém lembrar. E o reajuste pode seguir um índice do Banco Central, na data do aniversário do contrato.

NFS-e, não NF-e

Quem vende serviço emite nota de serviço. A emissão sai da própria fatura — com certificado A1 ou pelo login do portal nacional, sem certificado nenhum.

Cobrança e baixa no banco

Pix e boleto emitidos pelo C6 Bank ou pelo Banco Inter. O pagamento volta e baixa a parcela — a conciliação fecha o ciclo em vez de virar planilha.

O que é específico de serviço

O que um ERP genérico deixa de fora

Nenhum destes itens é acessório para quem vende serviço — todos são o dia a dia.

Receita que nasce de contrato, não de estoque
Cobrança recorrente com Pix Automático e cartão em arquivo
Reajuste por índice, com histórico e aviso ao cliente
NFS-e integrada à fatura, com PDF e XML anexados
Fluxo de caixa que enxerga o contrato futuro, não só o passado
MRR e inadimplência (Aging) como relatório de série, não de foto
Múltiplos CNPJs na mesma conta, com dados isolados
Portal do fornecedor para quem repassa parte do serviço

Emitir nota é o passo que mais trava quem está começando. Se o custo do certificado digital é o obstáculo, veja como emitir NFS-e sem certificado.

Perguntas frequentes

O que costuma gerar dúvida

O que muda num ERP para prestador de serviços?

O ciclo do dinheiro. Quem vende produto controla estoque e emite NF-e; quem vende serviço trabalha com contrato que se repete, emite NFS-e e depende de cobrança recorrente. Um ERP desenhado para comércio força o prestador a improvisar essas três coisas em planilha.

Serve para qual tamanho de empresa?

De MEI a empresa com várias equipes. O plano Grátis serve para começar (1 empresa, 2 usuários); do Essencial ao Escala crescem as empresas, os usuários e as franquias de nota, mensagem e banco conectado, e o excedente é cobrado só quando você passa delas.

Preciso trocar de banco?

Não. Emitir Pix e boleto pelo C6 Bank ou Banco Inter é integração opcional; sem ela você continua conciliando por extrato importado (OFX), que é grátis.

E se eu já tiver contratos em andamento?

Dá para cadastrar contratos já em curso com a data de início real, e a geração de faturas passa a valer dali para frente. Clientes, serviços e contratos também entram por importação.

Quanto custa?

Há quatro planos por conta de faturamento: Grátis (R$ 0,00, sem cartão, para começar), Essencial (R$ 59,00), Profissional (R$ 149,00) e Escala (R$ 349,00) por mês, a partir de 28 de outubro de 2026. Cada plano traz uma franquia de uso; o excedente sai da carteira — NFS-e a R$ 0,99 por nota, IA e armazenamento pela tabela de preços — e R$ 14,90 por mês para cada conexão bancária automática adicional nos planos pagos. No Grátis, não há conexão bancária automática (o extrato entra por OFX/CSV), o e-mail não tem excedente (aguarda o próximo mês ou a troca de plano) e o WhatsApp não é enviado; em plano pago, tudo o que passa da franquia segue a tabela.

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