As 26 dúvidas que mais aparecem, agrupadas por assunto. Cada uma tem página própria, com a resposta completa e o caminho para o tema.
Preciso de chave de API para conectar meu assistente de IA?
Não. O Comando1 usa OAuth 2.1: você cola o endereço do servidor MCP no assistente, uma tela de autorização abre no navegador, você escolhe a empresa e o perfil de acesso e pronto. Nenhuma chave é gerada nem fica salva em arquivo de configuração.
Quais assistentes de IA funcionam?
Claude (Desktop e Claude Code), ChatGPT (conectores personalizados no modo desenvolvedor, disponível nos planos pagos), Gemini CLI, Cursor e VS Code. Qualquer cliente compatível com o protocolo MCP consegue se conectar.
O que a IA consegue fazer no ERP?
Dentro das permissões que você concedeu, ela consulta faturas, clientes, contratos e fluxo de caixa, emite NFS-e, cria cobranças por Pix ou boleto e lança despesas. Um acesso de leitura consulta mas não altera nada.
Como eu revogo o acesso depois?
Na tela Assistentes conectados, dentro do app. O token é invalidado na hora, sem precisar trocar senha nem mexer em outras integrações.
O acesso vale para todas as minhas empresas?
Não. A autorização é por empresa. Se você administra mais de uma no Comando1, precisa autorizar cada uma separadamente — e pode dar perfis diferentes em cada.
O que é MCP?
Model Context Protocol, um padrão aberto que permite a assistentes de IA conversarem com sistemas externos de forma estruturada. O Comando1 expõe um servidor MCP em https://api.comando.one/mcp.
Preciso de cartão de crédito para começar?
Não. Você cria a conta e usa o ERP sem informar nenhum cartão.
Tem mensalidade ou taxa fixa?
Não. Não existe cobrança pela passagem do tempo, nem fidelidade — o ERP é grátis. O que tem preço mensal é cada conexão bancária que você escolher manter ligada, e ela para de ser cobrada no instante em que você desliga a sincronização.
Então o que é cobrado?
Duas coisas, ambas na sua mão: os serviços de consumo, só quando você os usa (IA, NFS-e, e-mail, WhatsApp, conciliação e storage), e as conexões bancárias que você mantiver ligadas. Sem conectar banco e sem usar serviço, a conta fica em zero.
Como funciona o pagamento por uso?
Você mantém uma carteira pré-paga e recarrega créditos quando quiser. O consumo é descontado conforme o uso, de forma transparente.
Preciso mesmo de certificado digital para emitir NFS-e?
Não necessariamente. O portal nacional da NFS-e (nfse.gov.br) aceita acesso por conta gov.br, sem certificado. O Comando1 usa esse mesmo caminho: você informa suas credenciais do portal e o sistema emite por lá, sem que você precise comprar ou renovar um certificado.
Isso vale para MEI?
Sim — é justamente o caso em que a via sem certificado mais compensa. O MEI costuma emitir poucas notas por mês, e o custo fixo de comprar e renovar um certificado todo ano pesa mais do que a emissão em si.
A nota emitida sem certificado tem o mesmo valor fiscal?
Tem. Quem autoriza a nota é o portal nacional nos dois casos; o que muda é como o pedido chega até ele. A NFS-e resultante é a mesma, com o mesmo DANFSe e o mesmo XML.
Quanto custa emitir pelo Comando1?
R$ 0,99 por nota autorizada. Não há mensalidade: o ERP é grátis e você paga só o consumo. Se a nota for rejeitada, não há cobrança pela tentativa.
Quando o certificado digital ainda compensa?
Quando o volume é alto ou a emissão precisa ser independente do portal. Com certificado A1, o Comando1 assina e transmite direto para a Sefin Nacional, controla a numeração das DPS e emite em massa a partir das faturas.
Posso começar sem certificado e migrar depois?
Pode. A via de emissão é uma configuração da empresa e pode ser trocada quando o volume justificar. As notas já emitidas continuam no histórico, com PDF e XML.
O que muda num ERP para prestador de serviços?
O ciclo do dinheiro. Quem vende produto controla estoque e emite NF-e; quem vende serviço trabalha com contrato que se repete, emite NFS-e e depende de cobrança recorrente. Um ERP desenhado para comércio força o prestador a improvisar essas três coisas em planilha.
Serve para qual tamanho de empresa?
De MEI a empresa com várias equipes. A conta é grátis e sem limite de usuários, e o que cresce com o uso é o consumo — nota emitida, mensagem enviada, banco conectado. Empresa pequena paga pouco porque usa pouco, não porque tem uma versão reduzida.
Preciso trocar de banco?
Não. Emitir Pix e boleto pelo C6 Bank, Banco Inter ou Cora é integração opcional; sem ela você continua conciliando por extrato importado (OFX ou CSV), que é grátis.
E se eu já tiver contratos em andamento?
Dá para cadastrar contratos já em curso com a data de início real, e a geração de faturas passa a valer dali para frente. Clientes, serviços e contratos também entram por importação.
Quanto custa?
O ERP é grátis: sem mensalidade e sem cartão de crédito. Você paga só o consumo — NFS-e a R$ 0,99 por nota, e R$ 14,90 por mês para cada banco que escolher manter conectado. Sem conectar banco e sem emitir nota, a conta fica em zero.
Conciliação bancária automática tem custo?
Depende da via. Conciliar por extrato importado (OFX ou CSV) é grátis e não tem limite. Manter um banco conectado, com saldo e lançamentos chegando sozinhos a cada duas horas, custa R$ 14,90 por banco ao mês — e desligar encerra a cobrança na hora.
Quais bancos conectam direto?
C6 Bank, Banco Inter e Cora. A Cora conecta pelo login do próprio banco, por OAuth, sem certificado e sem token; C6 e Inter usam certificado digital mTLS. Qualquer outro banco continua atendido pela importação de extrato.
O que acontece quando um lançamento não casa?
Ele fica na tela de revisão, com as sugestões ordenadas por score de confiança. Você confirma, escolhe outra parcela ou marca como lançamento que não pertence a nenhuma — e o período fecha com o que sobrou explicado, não escondido.
Preciso conectar o banco para emitir cobrança?
Não. Emitir Pix e boleto pelo banco não tem custo adicional e não depende da sincronização de extrato. A conexão paga é só a que traz saldo e lançamentos de volta sozinha.
E se eu importar o mesmo extrato duas vezes?
O sistema deduplica por identificador do lançamento, então reimportar um período não duplica nada. Isso vale também entre as duas vias: um lançamento que já veio pela sincronização não entra de novo pelo arquivo.