As 43 dúvidas que mais aparecem, agrupadas por assunto. Cada uma tem página própria, com a resposta completa e o caminho para o tema.
Preciso de chave de API para conectar meu assistente de IA?
Não. O Comando1 usa OAuth 2.1: você cola o endereço do servidor MCP no assistente, uma tela de autorização abre no navegador, você escolhe a empresa e o perfil de acesso e pronto. Nenhuma chave é gerada nem fica salva em arquivo de configuração.
Quais assistentes de IA funcionam?
Claude (Desktop, claude.ai e Claude Code), ChatGPT (conectores personalizados no modo desenvolvedor, disponível nos planos pagos), Gemini CLI, Cursor e VS Code — todos seguem o padrão MCP com OAuth 2.1 que o servidor implementa. Qualquer cliente compatível com esse padrão consegue se conectar.
O que a IA consegue fazer no ERP?
Dentro das permissões que você concedeu, ela consulta faturas, clientes, contratos e fluxo de caixa, emite NFS-e, cria cobranças por Pix ou boleto e lança despesas. Um acesso de leitura consulta mas não altera nada.
Como eu revogo o acesso depois?
Na tela Assistentes conectados, dentro do app. O token é invalidado na hora, sem precisar trocar senha nem mexer em outras integrações.
O acesso vale para todas as minhas empresas?
Não. A autorização é por empresa. Se você administra mais de uma no Comando1, precisa autorizar cada uma separadamente — e pode dar perfis diferentes em cada.
O que é MCP?
Model Context Protocol, um padrão aberto que permite a assistentes de IA conversarem com sistemas externos de forma estruturada. O Comando1 expõe um servidor MCP em https://api.comando.one/mcp.
Preciso de cartão de crédito para começar?
Não. Você cria a conta e usa o ERP sem informar nenhum cartão — e a carteira já começa com R$ 10,00 de crédito de boas-vindas para os primeiros serviços cobrados.
Tem mensalidade ou taxa fixa?
Depende do plano. O plano Grátis não tem mensalidade nem exige cartão e serve para começar; os planos pagos custam R$ 59,00 (Essencial), R$ 149,00 (Profissional) e R$ 349,00 (Escala) por mês, por conta de faturamento, a partir de 28 de outubro de 2026. Não há fidelidade. Conta nova começa no Grátis e pode escolher um plano; quem já tinha conta antes de 28 de outubro de 2026 tem transição até 27 de novembro, com as franquias do Escala, e depois passa ao Grátis se não escolher outro plano.
Então o que é cobrado?
A mensalidade do plano e, se você passar da franquia incluída, o excedente de consumo (NFS-e, e-mail, WhatsApp, IA, armazenamento e conexão bancária adicional), debitado da carteira pré-paga. No plano Grátis não há mensalidade nem conexão bancária automática (o extrato entra por importação OFX/CSV); NFS-e, IA e armazenamento passam a ser cobrados pela tabela de consumo, o e-mail não tem excedente (o envio aguarda o próximo mês ou a troca de plano) e o WhatsApp não é enviado.
Como funciona o pagamento por uso?
Cada plano inclui uma franquia mensal de uso, válida para todas as empresas da mesma conta de faturamento. O que passar dela é descontado de uma carteira pré-paga, que você recarrega quando quiser, de forma transparente.
Preciso mesmo de certificado digital para emitir NFS-e?
Não necessariamente. O Emissor Nacional (nfse.gov.br) aceita acesso por CPF ou CNPJ e senha, sem certificado. O Comando1 usa esse caminho: você informa esse usuário e senha do emissor e o sistema emite por lá, sem que você precise comprar ou renovar um certificado. Quem só entra pelo gov.br precisa ter a senha própria do emissor.
Isso vale para MEI?
Sim — é justamente o caso em que a via sem certificado mais compensa. O MEI costuma emitir poucas notas por mês, e o custo fixo de comprar e renovar um certificado todo ano pesa mais do que a emissão em si.
A nota emitida sem certificado tem o mesmo valor fiscal?
Tem. Quem autoriza a nota é o portal nacional nos dois casos; o que muda é como o pedido chega até ele. A NFS-e resultante é a mesma, com o mesmo DANFSe e o mesmo XML.
Quanto custa emitir pelo Comando1?
R$ 0,99 por nota autorizada no plano Grátis, que não tem mensalidade; os planos pagos incluem notas por mês e o excedente custa R$ 0,99. Se a nota for rejeitada, não há cobrança pela tentativa.
Quando o certificado digital ainda compensa?
Quando o volume é alto ou a emissão precisa ser independente do portal. Com certificado A1, o Comando1 assina e transmite direto para a Sefin Nacional, controla a numeração das DPS e emite em massa a partir das faturas.
Posso começar sem certificado e migrar depois?
Pode. A via de emissão é uma configuração da empresa e pode ser trocada quando o volume justificar. As notas já emitidas continuam no histórico, com PDF e XML.
O que muda num ERP para prestador de serviços?
O ciclo do dinheiro. Quem vende produto controla estoque e emite NF-e; quem vende serviço trabalha com contrato que se repete, emite NFS-e e depende de cobrança recorrente. Um ERP desenhado para comércio força o prestador a improvisar essas três coisas em planilha.
Serve para qual tamanho de empresa?
De MEI a empresa com várias equipes. O plano Grátis serve para começar (1 empresa, 2 usuários); do Essencial ao Escala crescem as empresas, os usuários e as franquias de nota, mensagem e banco conectado, e o excedente é cobrado só quando você passa delas.
Preciso trocar de banco?
Não. Emitir Pix e boleto pelo C6 Bank ou Banco Inter é integração opcional; sem ela você continua conciliando por extrato importado (OFX), que é grátis.
E se eu já tiver contratos em andamento?
Dá para cadastrar contratos já em curso com a data de início real, e a geração de faturas passa a valer dali para frente. Clientes, serviços e contratos também entram por importação.
Quanto custa?
Há quatro planos por conta de faturamento: Grátis (R$ 0,00, sem cartão, para começar), Essencial (R$ 59,00), Profissional (R$ 149,00) e Escala (R$ 349,00) por mês, a partir de 28 de outubro de 2026. Cada plano traz uma franquia de uso; o excedente sai da carteira — NFS-e a R$ 0,99 por nota, IA e armazenamento pela tabela de preços — e R$ 14,90 por mês para cada conexão bancária automática adicional nos planos pagos. No Grátis, não há conexão bancária automática (o extrato entra por OFX/CSV), o e-mail não tem excedente (aguarda o próximo mês ou a troca de plano) e o WhatsApp não é enviado; em plano pago, tudo o que passa da franquia segue a tabela.
Conciliação bancária automática tem custo?
A conciliação em si não tem limite nem custo por recebimento. O que o plano limita é o número de conexões automáticas incluídas: Grátis 0, Essencial 1, Profissional 3 e Escala 10. A conexão automática está disponível a partir do plano Essencial; no Grátis o extrato entra por importação OFX/CSV. Nos planos pagos, cada conexão adicional custa R$ 14,90 por mês. Conciliar por extrato importado (OFX) não conta como conexão.
Quais bancos conectam direto?
C6 Bank e Banco Inter, com certificado digital mTLS. A Cora, que conecta pelo login do próprio banco (OAuth, sem certificado), está em homologação e entra em breve. Qualquer outro banco continua atendido pela importação de extrato.
O que acontece quando um lançamento não casa?
Ele fica na tela de revisão, com as sugestões ordenadas por score de confiança. Você confirma, escolhe outra parcela ou marca como lançamento que não pertence a nenhuma — e o período fecha com o que sobrou explicado, não escondido.
Preciso conectar o banco para emitir cobrança?
Não. Emitir Pix e boleto pelo banco não tem custo adicional e não depende da sincronização de extrato. A conexão paga é só a que traz saldo e lançamentos de volta sozinha.
E se eu importar o mesmo extrato duas vezes?
O sistema deduplica por identificador do lançamento, então reimportar um período não duplica nada. Isso vale também entre as duas vias: um lançamento que já veio pela sincronização não entra de novo pelo arquivo.
MEI precisa de ERP ou basta planilha?
Planilha resolve enquanto são poucos clientes e nenhuma nota. Quando entram NFS-e, cobrança recorrente e conciliação do extrato, cada passo manual vira erro ou atraso. O Comando1 tira esse trabalho e tem plano Grátis para começar, sem cartão.
O Comando1 é grátis mesmo para MEI?
Sim, para começar: o plano Grátis não exige cartão de crédito e traz 1 empresa, 2 usuários e uma franquia mensal. Passou dela, NFS-e (R$ 0,99), IA e armazenamento são cobrados da carteira pela tabela de preços; o e-mail não tem excedente (aguarda o próximo mês ou a troca de plano) e o WhatsApp só é enviado a partir do Essencial. A conta nova começa com R$ 10,00 de crédito. Planos pagos, a partir de R$ 59,00 por mês, ampliam as franquias a partir de 28 de outubro de 2026.
MEI consegue emitir NFS-e sem certificado digital?
Sim. O Emissor Nacional (nfse.gov.br) aceita acesso por CPF ou CNPJ e senha, e o Comando1 emite por esse caminho com os dados que você informa. O certificado A1 é opcional — vale para quem emite muito e quer transmissão direta.
Como o MEI cobra o cliente pelo Comando1?
Por Pix (QR Code gerado pelo próprio sistema, sem banco parceiro) ou, com C6 Bank ou Banco Inter conectados, por boleto e Pix registrados no banco. A fatura sai com link de pagamento, e o recebimento baixa a parcela sozinho.
O MEI pode ter mais de um usuário no sistema?
Pode, sem limite e sem custo por usuário. Contador, sócio ou assistente entram com o próprio acesso e o papel que você definir — administrador, operador ou visualizador.
O que é um emissor de NFS-e?
É o programa que gera e envia a nota fiscal de serviço eletrônica para o fisco. Desde a adesão dos municípios ao padrão nacional, a nota sai pelo Emissor Nacional (nfse.gov.br); um emissor integrado como o Comando1 monta a nota a partir da fatura e a transmite por você.
Preciso de certificado digital para usar o emissor de NFS-e?
Não. O Comando1 emite pelo login do Emissor Nacional (CPF ou CNPJ e senha do próprio emissor). O certificado A1 é opcional, para quem prefere transmitir direto ao ambiente nacional.
Quanto custa emitir NFS-e pelo Comando1?
R$ 0,99 por nota autorizada no plano Grátis, que não tem mensalidade; os planos pagos incluem notas por mês (15 no Essencial, 80 no Profissional, 300 no Escala) e o excedente custa R$ 0,99. A conta nova começa com R$ 10,00 de crédito.
Dá para cancelar uma NFS-e emitida pelo Comando1?
Dá. O cancelamento é feito pelo próprio sistema, nas duas vias de emissão, informando o motivo e a justificativa; a nota fica marcada como cancelada no histórico da fatura.
O emissor funciona em qualquer município?
Funciona nos municípios que emitem pelo padrão nacional da NFS-e. Na configuração você informa o código IBGE do município; se a prefeitura ainda usa sistema próprio, a emissão pelo Emissor Nacional não está disponível para ela.
Como gerar o DAS do MEI sem entrar no PGMEI?
No Comando1, você escolhe o mês e clica em Gerar DAS: o sistema pede a guia direto ao PGMEI da Receita Federal pela API oficial (Integra Contador, do SERPRO), sem login gov.br, sem captcha e sem procuração. A guia volta com PDF e código de barras e entra em Contas a Pagar. Também dá para deixar a geração automática ligada todo mês.
Dá para gerar o DAS atrasado, com multa e juros?
Dá. Escolha o mês vencido: a própria Receita recalcula a guia com multa e juros, e você informa em que dia vai pagar — até o fim do mês corrente. Vale para o DAS do MEI e para o DAS do Simples Nacional de declaração já transmitida. Se aquele mês já estava em Contas a Pagar e não foi pago, a conta é atualizada em vez de duplicada.
O Comando1 declara o Simples Nacional (PGDAS-D) por mim?
Ele preenche e você decide. A declaração mensal sai das NFS-e do mês, separada por atividade; a Receita calcula o imposto sem transmitir nada; você confere — de preferência com o seu contador —, aceita o termo de responsabilidade e só então ela é transmitida e o DAS gerado. Sem esse aceite, nada é declarado.
Preciso de certificado digital ou procuração para gerar o DAS?
Para o MEI, não: o PGMEI não exige procuração nem certificado. Para o Simples Nacional, quem já cadastrou o certificado A1 da NFS-e no Comando1 não faz nada — o sistema assina sozinho a autorização. Sem certificado, a empresa dá uma procuração no e-CAC (serviço 00146, PGDAS-D) para a Orbital Tecnologia, uma vez só.
E se o meu contador já declarou o mês?
Use Gerar DAS da declaração já transmitida: o Comando1 busca a guia da declaração dele e lança em Contas a Pagar, sem declarar nada. Se você mesmo tentar declarar um mês que já tem declaração, a tela avisa o número dela e só deixa transmitir — o que substitui a do contador — com uma confirmação a mais.
Gerar o DAS no Comando1 tem custo?
Não. Gerar, atualizar ou importar a guia do MEI e do Simples Nacional não é cobrado — nem a declaração do Simples. O imposto em si você paga à Receita como sempre — pelo Banco Inter conectado, sem sair do ERP, ou pelo código de barras ou PDF da guia.
Dá para pagar o DAS pelo banco sem sair do ERP?
Dá, com o Banco Inter conectado: na guia, clique em Pagar, escolha pagar hoje ou agendar até o último dia em que a guia vale e confirme — com o 2FA de pagamento, se a empresa usa. A conta a pagar é baixada sozinha quando o banco confirma. C6 Bank e Cora ainda não pagam contas pelo Comando1; neles, use o código de barras ou o PDF. Se preferir, lance o DAS como despesa: ele entra no DRE como dedução da receita, já pago ou em aberto.